Os Melhores Filmes na Globoplay – Março/22

Com tantas opções de streaming disponíveis hoje no Brasil e com centenas ou até mesmo milhares de filmes e séries de TV disponíveis em cada um desses inúmeros serviços, escolher uma obra para assistir pode se tornar uma árdua tarefa, principalmente quando estamos com amigos ou familiares. Quem nunca ficou mais tempo escolhendo um filme do que realmente o assistindo depois? Por esse motivo, criei o Legenda Sincronizada, com dicas diárias do que assistir e críticas dos principais lançamentos do cinema e da televisão.

Dessa vez, decidi trazer as opções mais aclamadas dos principais serviços de streaming disponíveis hoje no Brasil. São aquelas obras aclamadas que todo amante do cinemas ou de séries de TV precisa assistir. São opções quase que obrigatórias, e aqui serão apenas três obras por post, porque a intenção é não passar muito tempo escolhendo! E hoje vamos examinar as melhores opções da Globoplay, o maior serviço de streaming brasileiro e repleto de filmes e séries nacionais. Vamos ao top 3!

CENTRAL DO BRASIL – 1998

Um dos maiores clássicos do cinema brasileiro, premiado e aclamado ao redor do mundo, Central do Brasil (que nos EUA ganhou o nome de Central Station) é um drama emocionante estrelado por uma das maiores atrizes do cinema e da dramaturgia do mundo, a nossa gigantesca Fernanda Montenegro! E o melhor de tudo é que todos esse superlativos não são exagero. O filme dirigido por Walter Salles emocionou o mundo ao contar a história de Dora, uma professora aposentada que se tornou amargurada com o passar do tempo; ela passa parte do seu dia na estação Central do Brasil no Rio de Janeiro, onde escreve cartas para pessoas analfabetas que querem entrar em contato com parentes e amigos distantes. Na maioria das vezes, Dora nem envia essas cartas, até o dia em que ela conhece Josué e sua mãe, que escrevem para o pai do garoto que vive no Nordeste. Quando a mãe de Josué morre num acidente de trânsito, cabe à Dora decidir o que fazer com o menino, e é aí que os destinos dos dois muda para sempre.

PÂNICO – 1996

Um clássico para imperar sobre todos os clássicos. Pânico (Scream, no original) é o filme de terror que definiu toda uma era de filmes de terror e que influenciou o cinema como um todo até hoje. Das mentes do famoso diretor Wes Craven (de A Hora do Pesadelo) e do roteirista Kevin Williamson (que na mesma época começava a criar a clássica série adolescente Dawson’s Creek) surgiu um filme de terror “slasher” que se sustentava na metalinguagem – em Pânico, as personagens conheciam muito bem outros filmes de terror e os clichês que existem nesse gênero e inclusive brincam com essas ideias enquanto o filme em si tentava subvertê-las. A trama segue a história de Sidney Prescott (interpretada por uma excelente Neve Campbell), uma estudante do ensino médio da fictícia cidade de Woodsboro que tem a sua vida virada de ponta-cabeça quando um assassino em série usando uma máscara de fantasma (o icônico Ghostface) começa a perseguir a jovem e todos que estão a sua volta.

E ENTÃO NÓS DANÇAMOS – 2019

Sabe aquele filme que te deixa com um baita sorriso no rosto enquanto você assiste? Esse é o filme E Então Nós Dançamos (And Then We Danced, na versão original em inglês, e და ჩვენ ვიცეკვეთ em georgiano), da Geórgia (não o estado americano, mas o país do Cáucaso, entre a Rússia e a Turquia). Ele conta a história de Merab (interpretado por um ótimo Levan Gelbakhiani), um dançarino que faz parte de um grupo de dança nacional georgiano. Ele pertence a uma família pobre e espera que a dança lhe traga um futuro promissor e uma carreira de sucesso. Mas tudo muda com a chegada de um novo aluno vindo de outra cidade, Irakli (interpretado por um também ótimo Bachi Valishvili). A chegada de Irakli abala as estruturas de Merab, uma vez que o novato demonstra ter ainda mais habilidade com a dança e pode inclusive roubar ser lugar no grupo. O filme foca na relação desses dois colegas, que apesar de rivais, acabam se aproximando e descobrindo sentimentos que eles não imaginavam. É um filme que trata de auto-descoberta e amadurecimento num ambiente hostil, como acontece com a maioria dos LGBTQ+ ao redor do mundo. E Então Nós Dançamos, contudo, trata dessa situação com tanto cuidado e tanta emoção que você até esquece dos obstáculos.


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