THE CONJURING: THE DEVIL MADE ME DO IT – 2021

O terceiro filme da trilogia The Conjuring (Invocação do Mal, em português), que já é o oitavo filme da franquia como um todo, é um terror sobrenatural é dirigido por Michael Chaves e traz novamente os atores Patrick Wilson e Vera Farmiga como protagonistas. The Conjuring: The Devil Made Me Do It, que no Brasil recebe o nome de Invocação do Mal 3, ou ainda Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio, se baseia no caso real do julgamento de Arne Cheyenne Johnson em 1981, que é o primeiro caso da justiça dos Estados Unidos em que a defesa alegou que o réu não poderia ser considerado culpado por seu crime (o assassinato do proprietário da casa que ele alugava), pois estava sob possessão demoníaca. O caso ficou conhecido pela mídia nos anos 80 como “the devil made me do it”, ou seja “o demônio me faz fazer isso”. No filme, o casal Ed and Lorraine Warren (Wilson e Farmiga, respectivamente), se envolvem na resolução de um dos casos mais complexos de suas carreiras quando decidem ajudar um jovem que acredita estar sendo possuído por espíritos demoníacos e acaba agindo sem controle. O famoso casal de investigadores paranormais vai precisar lutar contra forças malignas do outros planos para não ser mais uma vítima dessa assustadora situação. O filme conta ainda com Ruairi O’Connor no papel de Arnie e Sarah Catherine Hook, como a namorada do rapaz. Além deles, o sempre adorável John Noble atua num papel secundário.

The Conjuring: The Devil Made Me Do It é um filme que passa grande parte do seu tempo desenrolando uma complexa trama de acontecimentos que envolvem o caso de possessão diabólica investigado pelos protagonistas, mas faz isso de uma forma um tanto intricada demais e cheia de exageros. Claro, o filme não é uma mera adaptação do caso em si, mas sim, como aconteceu com os demais filmes da trilogia, ele cria uma história mais horripilante baseada no caso, ainda assim, dessa vez o esforço colocado em construir uma boa tensão parece preguiçoso. Se não fosse pelas atuações sólidas e sempre carismáticas da dupla de protagonistas, o filme poderia ser ainda mais fraco. Como é de praxe no universo The Conjuring, a obra se sustenta num número excessivo de “jump scares”, sustos que não acrescentam em nada à narrativa, mas são necessários justamente porque a narrativa em si não consegue criar um bom terror. E dessa vez, diferente do que já se viu no passado, nem os sustos são dignos de lembrança, o que é uma pena, numa franquia que já fez sustos tão bons que geraram até spin offs.

Nota 5!

The Conjuring: The Devil Made Me Do It ainda não está disponível nas plataformas de streaming ou de aluguel do Brasil.


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